RELATOS DE UM
EVANGÉLICO SOBRE O PURGATÓRIO
*É
possível existir perdão após a morte?
*É possível haver sofrimento para alguém salvo após a morte?
Eu presumo que quem é evangélico, certamente, sem precisar abrir a Bíblia vai afirmar categoricamente que NÃO!
*É possível haver sofrimento para alguém salvo após a morte?
Eu presumo que quem é evangélico, certamente, sem precisar abrir a Bíblia vai afirmar categoricamente que NÃO!
Bom. A
minha busca por aprofundar mais o conhecimento sobre o Purgatório se deu por
causa destes dois detalhes bíblicos muito relevantes, que muda tudo a respeito
deste assunto;
Perdão e Sofrimento
- Até quando
podemos receber o perdão de Deus?
- Até
quando os salvos (a depender do que fez em vida) estão sujeitos ao sofrimento?
Se a
sua resposta a estas duas perguntas é de que o perdão de Deus e sofrimento de
todos os salvos só ocorrem aqui nesta vida terrena é porque você não leu a
Bíblia com atenção!
A existência,
em certos casos, de perdão e sofrimento para alguém salvo após a morte é algo
que podemos verificar de forma muito clara na BÍBLIA!
JESUS disse: E, se qualquer disser alguma palavra contra
o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito
Santo, não lhe será perdoado, nem neste mundo nem no mundo vindouro. (Mt 12,32)
Nota-se que Ele diz que, para o grave pecado referido não se
obterá perdão nem aqui nesta vida terrena e nem na vida após a morte (mundo
vindouro, século futuro).
Ora, se não existisse qualquer perdão após a morte, JESUS jamais
poderia dizer que o tal não seria perdoado nem no mundo vindouro, pois, que
sentido teria dizer que, algo que só podemos receber aqui nesta vida terrena
não será obtido nem após a morte?
Para que isso fique bem claro, façamos uma analogia a essa
situação:
Imaginemos um novato aprendendo as regras do futebol em pleno
jogo:
- O juiz chega e lhe diz: “O jogador que levar cartão amarelo
não fica impedido de atuar no jogo, mas se levar cartão vermelho não poderá
mais atuar nem no presente jogo e nem no jogo próximo”.
Agora compare a atuação do jogador (em relação ao jogo
presente e ao próximo) com a atuação do perdão de Deus (em relação ao mundo
presente e ao próximo)
É evidente, é óbvio, é indiscutível que o novato jogador
entenderá, pelo dito do juiz, que se não levar vermelho ele estará sujeito a
atuar também no jogo próximo.
Do mesmo modo, é evidente, é óbvio, é indiscutível que o
crente saberá perfeitamente, pelo dito de JESUS, que em certos casos o perdão poderá
ser dado também no mundo próximo. (após a morte)
Mas, é somente aqui nesta vida terrena que estamos sujeitos a
praticar o bem ou o mal, a pecar ou deixar de pecar. Usei essa analogia apenas
para demonstrar, com clareza, que o que está sujeito a ocorrer após a morte é
apenas o perdão de DEUS.
Sendo assim, é biblicamente incontestável que, em tal
situação em que o perdão poderá ser concedido a um fiel após a sua morte, é
para certo tipo de pecado que ele cometeu ainda em vida.
(NOTA: Quem morre em pecado grave não poderá ser salvo (Apocalipse
21,8), então, obviamente, o perdão pós-morte é somente para pecados leves).
Até
aqui, chegamos, portanto a uma VERDADE INCONTESTÁVEL na Bíblia que nos ensina o
seguinte:
EXISTE SIM
A POSSIBILIDADE DE PERDÃO APÓS A MORTE!
Não sou
eu quem está dizendo isto, não é o padre, nem o papa e nem o pastor;
ISTO
ESTÁ ESCRITO NA BÍBLIA! É A BÍBLIA QUE NOS
ENSINA ISSO!
Para
que possamos continuar, responda agora, baseado no que JESUS disse em Mateus cap.12,
vers.32, a primeira pergunta que fiz no início:
É possível existir perdão após a morte?
É possível existir perdão após a morte?
Se a
sua resposta for não, já não há necessidade de provar o seu erro e seria perda
de tempo querer mudar a sua opinião, a qual se opõe explicitamente às Palavras
do próprio CRISTO.
Vamos
agora à segunda parte da questão: É possível haver sofrimento para alguém salvo
após a morte?
Segundo o Apóstolo Paulo, é possível SIM! E isto está tão evidente em 1Cor, Cap3, vers.15 que não precisa nem fazer analogia:
Segundo o Apóstolo Paulo, é possível SIM! E isto está tão evidente em 1Cor, Cap3, vers.15 que não precisa nem fazer analogia:
Paulo escreveu:
"Se a obra de alguém se queimar, SOFRERÁ ELE DANO, mas o tal será
salvo, todavia, como que através do fogo."
Vemos
neste versículo uma CLARA situação de sofrimento que é impossível querer negar!
“SOFRERÁ
ELE DANO!” O que isto significa? Não importa se há quem diga que isso é apenas
o julgamento das obras, o que importa é que o tal irá sofrer por algo que cometeu.
Trata-se, portanto, de uma situação de punição “temporária” para alguém salvo.
O
oposto ocorre no versículo anterior, que diz que se a obra de alguém permanecer, o tal
receberá galardão. (1Cor 3,14).
Destes
dois versículos acima podemos extrair a afirmação incontestável de que o crente
salvo estará sujeito tanto a receber galardão quanto a sofrer dano, isso vai
depender do que ele praticou em vida.
ATENÇÃO: REPARE QUE SEMPRE QUE OS PASTORES EXPLICAM SOBRE ESSA PASSAGEM, ELES APENAS DIZEM QUE ALGUNS RECEBERÃO GALARDÃO E OUTROS NÃO. SÓ ISSO! MAS, E O “SOFRERÁ ELE DANO”, COMO FICA? NA MAIOR INSENSATEZ, ELES VARREM PRA DEBAIXO DO TAPETE O DETALHE DO SOFRIMENTO E NENHUM “CRENTE” QUESTIONA.
E,
certamente, aqui se trata de uma situação pós-morte, já que a passagem se
refere ao julgamento dos salvos, no dia em que DEUS há de examinar as suas obras, e que por
elas alguns receberão imediata recompensa enquanto outros terão que passar
ainda por um sofrimento. Não se trata aqui de condenação, mas apenas de
salvação, a qual nos é apresentada de dois modos diferentes:
- Com
imediata recompensa após a morte; (1Cor 3,14)
- Através
de um sofrimento “temporário” após a morte. (1Cor 3,15)
(Guarde
bem isto: A BÍBLIA DESCREVE A SALVAÇÃO DE DUAS FORMAS DISTINTAS)
Mais
uma vez chegamos a uma VERDADE INCONTESTÁVEL na Bíblia que nos ensina o
seguinte:
É
POSSÍVEL SIM HAVER SOFRIMENTO PARA ALGUÉM SALVO APÓS A MORTE!
Repito: Não sou eu quem está dizendo isto;
ISTO
ESTÁ ESCRITO NA BÍBLIA! É A BÍBLIA QUE
NOS ENSINA ISSO!
Com
isso, chegamos, portanto, às respostas das duas perguntas feitas no início.
Mas, e o
que isto significa? O que isso acarretará na fiel e justa interpretação da
Bíblia?
Bom.
Imediatamente, vemos que é impossível conciliar a existência de perdão e
sofrimento para uma alma salva com a existência apenas de céu e inferno:
- Pois
aqueles que morrem aptos para entrarem no céu não precisam mais de perdão; E também
os que morrem para o inferno jamais obterão perdão algum; (Falta algo que
concilie com Mt 12,32)
- Do
mesmo modo, aqueles que morrem aptos para o céu jamais poderão sofrer dano
algum; E os que morrem para o inferno jamais serão salvos. (Falta algo que
concilie com 1Cor 3,15)
Portanto,
é biblicamente obrigatório admitir que, após a morte, existe algo que não pode
ser compreendido nem como o céu e nem como o inferno; Uma realidade para onde
vão as almas dos salvos que ainda necessitam de perdão e que estão sujeitas a
sofrer dano. Não se sabe exatamente como é, o que realmente podemos afirmar é
que, segundo a Bíblia, EXISTE SIM!
A
Igreja chama essa realidade de PURGATÓRIO. Você pode até protestar contra este
nome, mas não pode negar a sua existência. Ou seja,
O
PURGATÓRIO EXISTE MESMO! NÃO É UMA
INVENÇÃO MEDIEVAL!
E, se
existe, então por que os argumentos dos pastores evangélicos parecem ser tão
convincentes? Bom. Parecem, mas não são! Pois, conhecendo de fato o Purgatório,
vemos que os pastores cometem equívocos bastante evidentes. Vamos refutar os três
principais:
1-“Onde
na Bíblia fala que existe o Purgatório”?
- Do
modo como foi apresentado aqui, e tendo conhecimento de que foi a Igreja que
deu este nome (Purgatório) a uma realidade bíblica que sempre existiu, a
pergunta acima é mal elaborada e talvez até ardilosa, para confundir os crentes
que, com pouco conhecimento bíblico e sem nenhuma explicação Católica,
dificilmente encontrarão uma resposta. Embora possamos provar biblicamente a sua
existência, o termo Purgatório não consta na Bíblia, assim como também o termo
Trindade.
2- “O Purgatório
é uma ofensa ao Projeto Divino de Salvação, pois se precisamos dele para nos
purificar, de que adiantou o Sacrifício de Cristo”?
- Vemos
aqui outro argumento equivocado que induz ao erro, pois presume que todos terão
que passar pelo Purgatório, porém aqueles que, ao morrerem, já tiverem recebido
em Cristo o perdão e purificação de todos os seus pecados, não precisarão
passar.
E,
ainda que alguém precise isso jamais ofenderia o Sacrifício de Cristo, pois o
Sacrifício de Cristo nos purifica (de todos os pecados) somente aqui nesta vida
terrena, quando nos arrependemos e recorremos a Ele; Enquanto o Purgatório
purifica somente após a morte, os pecados leves os quais por nossa própria
culpa e desleixo não houve tempo de se arrepender deles em vida. Ambos não agem
ao mesmo tempo! Portanto, mesmo com a existência do Purgatório, vemos O QUÃO
GRANDEMENTE nos adiantou o Sacrifício de Cristo!
3- “Se
existisse o Purgatório a Obra Redentora de Jesus seria incompleta”.
- Mesmo
com o Purgatório a Obra Redentora de Jesus foi sim plenamente completa! O
Purgatório não é um destino a mais além de céu e inferno, só existem dois
destinos: Salvação Eterna ou Condenação Eterna.
O fato
é que, após a morte, a Salvação Eterna nos é descrita pela BÍBLIA de duas
formas diferentes, e uma destas é o que a Igreja denomina Purgatório. Assim
sendo, Purgatório é Salvação!
Na própria
BÍBLIA está escrito que, mesmo após a morte, a alma de um fiel pode vir a mudar
de “estágio”, passando de um período de sofrimento para o repouso eterno, alcançando
a salvação (1Cor 3,15). E, tendo em vista que esse tal não poderia entrar no
Paraíso sem primeiro passar por esse sofrimento, seria sensato de nossa parte julgar
que neste caso a Obra Redentora de Jesus não foi completa? Evidentemente que
NÃO!
Portanto,
vemos que, para tentar negar o Purgatório, os pastores evangélicos sempre irão
usar textos bíblicos de forma equivocada, pois são tirados de trechos que
ensinam justamente o nosso aperfeiçoamento sem a precisão de ter que passar
pelo Purgatório. O ideal seria não precisarmos de Purgatório; Se isso fosse
levado em conta evitaria muita confusão e desentendimento a respeito deste
assunto.
E, se
você puder ler até o fim verá que, por incrível que pareça, é justamente sem a
existência do Purgatório que a Obra Redentora de Jesus ficaria imperfeita e
incompleta. Para ter CERTEZA disso, basta Imaginar uma simples situação na qual
o Purgatório seria indispensável:
Supomos
que um cristão, de longa data fiel e temente a Deus, cometesse um pecado leve (ex.:
num momento de ânimos exaltados, dizer uma palavra ofensiva; ou num momento de
distração e fraqueza, se manter por alguns segundos num pensamento pecaminoso,
ou vendo uma imagem erótica, etc.) e, no mesmo instante, morresse subitamente, vítima
de bala perdida disparada por bandidos. Qual seria o destino de sua alma?
Para
essa e outras infinitas situações semelhantes a essa, os que omitem a
existência do Purgatório serão forçados a dar respostas equivocadas para as
quais não poderemos encontrar respaldo bíblico. Exemplos:
- De um
lado tem os mais radicais que dizem que, nessa situação, a alma sofreria a
condenação eterna, pois morreu em pecado, se este foi leve ou grave isso não
importa.
Já
imaginou o quão terrível e injusto seria se isto fosse verdade? Em tese, o
bandido seria o principal algoz que teria levado uma pessoa boa à condenação
eterna, enquanto ele próprio, depois de uma vida de roubos e homicídios,
poderia, num último momento, se arrepender, converter e ser salvo para sempre.
Ou seja, “o bom seria condenado, enquanto o mau, salvo”. Deus quer sim a
salvação de todos, mas, neste caso, jamais permitiria uma condenação desta
maneira; Ainda mais considerando que, em sua onisciência, ELE saberia que se o
tal não morresse subitamente por culpa de outrem, logo se arrependeria e
buscaria o perdão. Portanto, essa
posição, além de equivocada, exclui a possibilidade de haver perdão e
sofrimento para alguém salvo após a morte.
(DESTE
MODO PODERIA EXISTIR CONDENAÇÃO INJUSTA)
- Do
outro lado tem os mais liberais que dizem que essa alma seria salva, pois no
exato momento de sua conversão TODOS os seus pecados já foram perdoados em
Cristo. Isso inclui os pecados do passado, do presente e do futuro, pecados
leves ou graves.
(Os que
defendem tal erro alegam que, por Cristo ter morrido para pagar pela penalidade
de todos os pecados, o crente não precisa se arrepender e nem pedir perdão para
ser perdoado, pois ele já está perdoado de TUDO. Ou seja, Já recebeu o perdão até
mesmo antes de cometer o pecado, seja pecado leve ou grave.)
Mas, como
já vimos, existe perdão após a morte (Mt 12,32); E com isso, podemos logo de
cara derrubar essa tese, pois se toda conversão se dá necessariamente ainda em
vida, como seria possível Jesus falar de perdão no mundo vindouro? Jesus disse se
referindo ao futuro: “Será ou não perdoado, aqui neste mundo ou no vindouro;” Ou
seja, se Ele disse “será” é porque ainda não foi! E isto vale para todos!
E se
nós, crentes, já fomos perdoados de tudo, então por que Jesus nos ensinou a
pedir perdão a Deus pelos nossos pecados? (Lucas 11,4) Que lógica teria pedir
perdão pelos pecados que já foram perdoados?
O fato é que Jesus já pagou pelos nossos pecados futuros, isto
é, já ofereceu o seu perdão. Porém nós, para sermos perdoados, precisamos (após
o arrependimento) pedir e receber esse perdão que a nós já foi oferecido por Cristo na Cruz.
Portanto,
essa justificativa de dizer que, na vida do crente o perdão antecede o pecado,
não tem respaldo bíblico e também exclui qualquer possibilidade de haver perdão
e sofrimento para alguém salvo após a morte.
(DESTE
MODO A SALVAÇÃO SERIA MUITO FÁCIL)
(NOTA:
Por ironia do destino, os mesmos pastores que acusam que a fé no Purgatório nos
levará ao perigo de achar que a salvação seria muito fácil, são os mesmos que
estão ensinando isto. Isso já demonstra o quanto eles não tem conhecimento do
que estão dizendo, já que o Purgatório não purifica pecado grave).
- E,
por fim, poderíamos citar aqui uma terceira vertente protestante que não é
muito comum, mas que existe. São os que afirmam que a alma seria condenada, pois
ainda não havia se convertido pelo fato de cometer pecado.
Ou
seja, para estes senhores, o verdadeiro crente não pode mais cometer pecado
algum, nem leve e muito menos grave; Tem que viver uma vida perfeita e
impecável. Caso contrário, é porque ainda não aceitou Jesus. Então, será que a
conversão de Paulo a caminho de Damasco não foi verdadeira? Já que muito tempo
depois ele ainda se declarava pecador (Rm 7,25).
Essa
posição não tem o mínimo respaldo bíblico e também exclui qualquer
possibilidade de perdão e sofrimento para alguém salvo após a morte.
(DESTE
MODO A SALVAÇÃO SERIA PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL)
Vemos
que a ÚNICA solução para a questão apresentada seria a existência do
PURGATÓRIO:
Ou
seja, após a morte, a suposta alma já estaria salva e inocentada de todos os
seus erros que poderiam leva-la ao inferno. E isto, graças UNICAMENTE ao
Sacrifício de Jesus! Mas, por não ter tido tempo de se arrepender e ser
perdoada de um pecado leve enquanto vivia na carne, ainda não está preparada
para a Visão Beatífica de DEUS (Hebreus 12,14); Com isso, alcançando ela o
perdão no mundo vindouro atestado por Jesus (Mt 12,32), sofrerá o dano por suas
obras (1Cor 3,15) e por fim, assim como as outras almas que não passaram pelo
Purgatório, essa também habitará com o Senhor (2Cor 5,8).
Portanto,
admitir a existência de Céu, Inferno e Purgatório é a ÚNICA maneira de
compreendermos, de forma bíblia e justa, a total perfeição da Redenção de
Cristo para todas as possíveis situações!
Sendo
assim, ao contrario do que dizem TODOS os pastores evangélicos, em todas as
igrejas evangélicas e em milhares de vídeos no youtube:
O
PURGATÓRIO EXISTE SIM! TEM QUE
EXISTIR! PRECISA EXISTIR! É IMPOSSÍVEL QUE NÃO EXISTA!
E não
adianta mais dizer que Papa Gregório inventou o Purgatório em 593, que Tetzel
vendia indulgências, que Lutero fez a Reforma, e que isso, e que aquilo, etc.
Vamos deixar os fatos históricos de fora; O que vale aqui é o que está escrito
na BÍBLIA!
VOCÊ
TEM NOÇÃO DA GRAVIDADE DO QUE ACABOU DE LER???
Tudo
bem se você não acreditava antes por ter sido ludibriado por pastores
evangélicos, mas agora você já sabe! E, se depois de ler isso, você, que se diz
crente, continuar saindo por aí, pregando a Palavra de Deus de forma parcial,
dizendo que não existe Purgatório; Saiba de uma coisa:
O SEU DIA DE PRESTAR CONTAS VAI CHEGAR!
O SEU DIA DE PRESTAR CONTAS VAI CHEGAR!
Mas, se
quiser (ou puder) elaborar um argumento convincente para mostrar a todos que eu
estou errado, então primeiro responda uma coisa:
De
acordo com a Bíblia, existe a possibilidade de haver perdão e sofrimento para
alguém salvo após a morte?
E conhecereis a verdade(completa), e a verdade(completa) vos libertará. (João 8,32)
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