Antes de explicar o Purgatório, vamos esclarecer alguns erros, que são provocados intencionalmente pelos pastores evangélicos, para poder dificultar a compreensão bíblica do Purgatório. Para isso, vamos primeiramente, ler um trecho do Catecismo que foi copiado por um site protestante (GotQuestions.org):
Purgatório:
“Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente
purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua
morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar
na alegria do Céu.” (Catecismo, pág.290) http://www.gotquestions.org/Portugues/indulgencias-plenarias.html
No mesmo site (O que a Bíblia diz sobre o
purgatório?) http://www.gotquestions.org/Portugues/purgatorio.html , os pastores dizem que a ideia de
que nós temos que sofrer pelos nossos pecados após a morte é contrário a tudo o
que a Bíblia diz sobre a salvação. Ou seja, para eles, dizer que nós devemos
pagar pelos nossos pecados no purgatório é negar a suficiência do sacrifício de
Jesus para a nossa salvação.
Só que: esses pastores não atentaram ao fato de que aqueles que passam pelo Purgatório já estão salvos, pois morreram na graça e na amizade de Deus e já tem garantida a sua salvação que foi paga pelo Sangue de Cristo.
Só que: esses pastores não atentaram ao fato de que aqueles que passam pelo Purgatório já estão salvos, pois morreram na graça e na amizade de Deus e já tem garantida a sua salvação que foi paga pelo Sangue de Cristo.
Portanto, a pena sofrida no Purgatório não
é uma ofensa ao Sacrifício salvífico de Cristo, pois o que está em questão não
é a salvação, mas sim a santidade plena da alma.
Mas, para os evangélicos, a ideia de que
nós devemos em qualquer sentido pagar ou sofrer por causa dos nossos pecados
não está de acordo com a Bíblia. Ou seja, segundo eles, é biblicamente
inadmissível a pessoa ter que sofrer ou pagar por qualquer pecado que ela tenha
cometido.
Ao examinar
as Escrituras vemos que isso não é verdade:
- Na parábola do rei que quis fazer contas com seus servos (Mt 18,23-35), Jesus nos diz que uma pessoa pode vir a pagar por seus pecados, caso ela não seja misericordiosa:
A parábola descreve um servo que insistia em cobrar algo que é seu por direito, mesmo sabendo que o outro não tinha como pagar. Nessa situação, o rei não poderia condená-lo, pois estaria sendo injusto com ele. O único jeito seria fazer com que esse servo também pagasse por sua dívida, que antes havia sido perdoada pelo rei (Mt 18,34). Ou seja, assim como aquele rei entregou o servo malvado aos atormentadores, Jesus nos adverte sobre a possibilidade de Seu Pai celestial também nos fazer pagar por nossos pecados (Mt 18,35);
- As Escrituras relatam algo semelhante no Evangelho de Lucas: “Digo-te que não sairás dali enquanto não PAGARES o derradeiro ceitil.” (Lc 12,59). Essa passagem não indica um pagamento material, pois estaria em contradição com Mt 18,33 que recomenda o perdão e a misericórdia a um devedor;
- Em 1Coríntios 3,15 diz: "Se a obra de alguém se queimar, SOFRERÁ ELE DANO, mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo."
Estas três passagens diz clara e abertamente sobre a possibilidade de termos que sofrer e pagar por nossos próprios pecados.
- Na parábola do rei que quis fazer contas com seus servos (Mt 18,23-35), Jesus nos diz que uma pessoa pode vir a pagar por seus pecados, caso ela não seja misericordiosa:
A parábola descreve um servo que insistia em cobrar algo que é seu por direito, mesmo sabendo que o outro não tinha como pagar. Nessa situação, o rei não poderia condená-lo, pois estaria sendo injusto com ele. O único jeito seria fazer com que esse servo também pagasse por sua dívida, que antes havia sido perdoada pelo rei (Mt 18,34). Ou seja, assim como aquele rei entregou o servo malvado aos atormentadores, Jesus nos adverte sobre a possibilidade de Seu Pai celestial também nos fazer pagar por nossos pecados (Mt 18,35);
- As Escrituras relatam algo semelhante no Evangelho de Lucas: “Digo-te que não sairás dali enquanto não PAGARES o derradeiro ceitil.” (Lc 12,59). Essa passagem não indica um pagamento material, pois estaria em contradição com Mt 18,33 que recomenda o perdão e a misericórdia a um devedor;
- Em 1Coríntios 3,15 diz: "Se a obra de alguém se queimar, SOFRERÁ ELE DANO, mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo."
Estas três passagens diz clara e abertamente sobre a possibilidade de termos que sofrer e pagar por nossos próprios pecados.
Sendo assim, é uma heresia a visão protestante que diz que é
biblicamente inadmissível a pessoa ter que sofrer ou pagar por qualquer pecado
que seja.
Agora que já estamos cientes disso, vamos à explicação do Purgatório:
Agora que já estamos cientes disso, vamos à explicação do Purgatório:
A EXISTÊNCIA DO PURGATÓRIO -
O Purgatório consiste basicamente no perdão após a morte. Mas, será que existe mesmo o perdão após a morte? Segundo o que se deduz do Evangelho de São Mateus, existe
sim! Quando Nosso Senhor diz:
“Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não será perdoado, nem neste século nem no século futuro” (Mt 12, 32).
“Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não será perdoado, nem neste século nem no século futuro” (Mt 12, 32).
Os pastores evangélicos apenas dizem que
essa é uma passagem “obscura” e não diz com clareza o que é que acontece após a
morte. Mas, o que importa saber é que essa passagem diz claramente que existe o perdão após a morte. Se não existisse perdão após a morte, Jesus jamais diria:
“... não será perdoado nem no século futuro”.
Se Jesus fez essa grave advertência a respeito de um pecado que não pode ser perdoado nem no século futuro (após a morte), é porque existem outros pecados que podem. Esse raciocínio lógico, que demonstra biblicamente a existência do perdão após a morte, está presente no Catecismo:
Se Jesus fez essa grave advertência a respeito de um pecado que não pode ser perdoado nem no século futuro (após a morte), é porque existem outros pecados que podem. Esse raciocínio lógico, que demonstra biblicamente a existência do perdão após a morte, está presente no Catecismo:
§1031 No que
concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo
purificador, segundo o que afirma Aquele que é a Verdade, dizendo, que, se
alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será
perdoada nem no presente século nem no século futuro (Mt 12, 32). Desta
afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século
presente, ao passo que outras, no século futuro. (Catecismo, pág.290)
Portanto, se o evangélico abrir a Bíblia pra dizer que não existe nenhum perdão no século futuro (após a morte), ele estará contradizendo explicitamente o que Jesus disse em Mateus 12,32.
E, o simples fato de existir perdão após a morte (no século futuro) já é o suficiente para identificarmos na Bíblia, a existência de algo a mais além de Céu e inferno;
E, o simples fato de existir perdão após a morte (no século futuro) já é o suficiente para identificarmos na Bíblia, a existência de algo a mais além de Céu e inferno;
Pois, no Céu com o Senhor, a pessoa não
precisa mais de perdão, e quem vai para o inferno, já está eternamente
condenado e não pode jamais ser perdoado.
Nota-se portanto, obrigatoriamente, que além de Céu e inferno, deve existir algo a mais. E, a esse algo a mais, a Santa Igreja pôs o nome de “Purgatório”. Portanto, a existência do Purgatório na Bíblia é imprescindível para a total compreensão da Salvação.
PARA QUE SERVE O PURGATÓRIO
- Para que possamos ver o Senhor face a face, é preciso que tenhamos morrido em um estado de santidade plena (Hb 12,14);
Nota-se portanto, obrigatoriamente, que além de Céu e inferno, deve existir algo a mais. E, a esse algo a mais, a Santa Igreja pôs o nome de “Purgatório”. Portanto, a existência do Purgatório na Bíblia é imprescindível para a total compreensão da Salvação.
PARA QUE SERVE O PURGATÓRIO
- Para que possamos ver o Senhor face a face, é preciso que tenhamos morrido em um estado de santidade plena (Hb 12,14);
- A
santidade não é uma opção, mas sim uma exigência imposta àquele que quer entrar
no Céu (1Pd 1,15-16);
- Tanto o pecado leve, quanto o pecado grave nos priva de entrar no Céu, porém é somente o pecado grave que nos leva à condenação eterna. Mas, o pecado leve não tem gravidade para gerar a segunda morte (1Jo 5,17).
- Tanto o pecado leve, quanto o pecado grave nos priva de entrar no Céu, porém é somente o pecado grave que nos leva à condenação eterna. Mas, o pecado leve não tem gravidade para gerar a segunda morte (1Jo 5,17).
Com isso,
poderíamos questionar algo muito importante: O que aconteceria se um cristão
morresse de repente, sem ter tido tempo de se arrepender de algum pecado leve
que porventura ele tenha cometido?
- Pro Céu ele
não poderia ir, pois ainda não pode ver a Deus face a face (Hb 12,14);
- E, também não sejamos meninos no entendimento, de achar que Deus iria condenar um cristão ao inferno só por causa de um pecado leve.
- E, também não sejamos meninos no entendimento, de achar que Deus iria condenar um cristão ao inferno só por causa de um pecado leve.
CHEGAMOS, PORTANTO, A UM IMPASSE!
Sabemos que depois da morte segue-se o juízo particular (Hb 9,27) e o tempo que tínhamos para nos arrepender dos pecados foi expirado. Ou seja, se após a morte não se pode mais recorrer ao Sangue de Cristo para apagar os pecados graves, certamente, depois de morto, também não há mais como recorrer ao Sangue de Cristo para apagar os pecados leves. E, como este último não gera a morte (1Jo 5,17), só existe uma maneira para a solução desse impasse:
Sabemos que depois da morte segue-se o juízo particular (Hb 9,27) e o tempo que tínhamos para nos arrepender dos pecados foi expirado. Ou seja, se após a morte não se pode mais recorrer ao Sangue de Cristo para apagar os pecados graves, certamente, depois de morto, também não há mais como recorrer ao Sangue de Cristo para apagar os pecados leves. E, como este último não gera a morte (1Jo 5,17), só existe uma maneira para a solução desse impasse:
É como no caso
da parábola do acerto de contas (Mt 18,23-35):
Que essa alma seja entregue a um tormento temporário até que pague por tudo o que deve (Mt 18,34), pois, ela só pode entrar na alegria do Céu depois de passar por uma prisão temporária (Lc 12,59), para que assim, pague por tudo aquilo que por sua própria culpa e desleixo, não foi possível que Cristo pagasse.
Veja: Não foi possível porque o arrependimento se deu após a morte, e Cristo foi imolado para pagar por nossos pecados, quando nos arrependemos ainda em vida. Se o Sangue de Cristo servisse também para pagar pelos pecados daqueles que se arrependem depois de morto, certamente, ninguém seria condenado.
E, como o Sacrifício de Cristo não tem por finalidade pagar pelos pecados dos quais não nos arrependemos em vida, somos nós mesmos que temos que pagar por eles (desde que sejam pecados leves). Este é o motivo pelo qual existe sofrimento no Purgatório (ler 1Cor 3,15).
Que essa alma seja entregue a um tormento temporário até que pague por tudo o que deve (Mt 18,34), pois, ela só pode entrar na alegria do Céu depois de passar por uma prisão temporária (Lc 12,59), para que assim, pague por tudo aquilo que por sua própria culpa e desleixo, não foi possível que Cristo pagasse.
Veja: Não foi possível porque o arrependimento se deu após a morte, e Cristo foi imolado para pagar por nossos pecados, quando nos arrependemos ainda em vida. Se o Sangue de Cristo servisse também para pagar pelos pecados daqueles que se arrependem depois de morto, certamente, ninguém seria condenado.
E, como o Sacrifício de Cristo não tem por finalidade pagar pelos pecados dos quais não nos arrependemos em vida, somos nós mesmos que temos que pagar por eles (desde que sejam pecados leves). Este é o motivo pelo qual existe sofrimento no Purgatório (ler 1Cor 3,15).
Lembrando que
quem morre em pecado grave, não tem mais a chance de se purificar no Purgatório e vai direto
para o inferno.
É importante frisar que o Purgatório não é
para todos, deve-se salientar que há também aqueles que vão diretamente para o
Céu, o Catecismo deixa isso claro:
§1023 Os que
morrem na graça e na amizade de Deus, e que estão totalmente purificados, vivem
para sempre com Cristo. São para sempre semelhantes a Deus porque o veem “tal
como Ele é” (1Jo 3,2), face a face (1Cor 13,12). Catecismo, pág.288
É bom esclarecer isso, pois os pastores (GotQuestions) usaram a passagem de 2Cor 5,8 para contestar de forma débil a
existência do purgatório, dizendo que após a morte, estaremos habitando com o
Senhor e não em um fogo se purificando. Devemos compreender que em 2Cor 5,8 , Paulo se referiu àqueles que vão diretamente para o Céu.
Voltemos a refletir sobre o versículo de 1Coríntios 3,15 : Como vimos anteriormente, os pastores do Got tentaram negar descaradamente o Purgatório, dizendo que não somos nós que passamos pelo fogo, mas sim as nossas más obras. Logo, para esses pastores, estamos livres de passar pelo fogo;
Mas, vejam a falta de raciocínio desses pastores: Se estamos livres de passar pelo fogo, então por que é que nós SOFREMOS O DANO quando as nossas obras são queimadas?
"Se a obra de alguém se queimar, SOFRERÁ ELE DANO,..." (1cor 3,15).
Nós é que somos responsáveis por nossas obras, e, segundo 1Cor 3,15, se elas se queimar, nós é que sofremos e não as obras. Portanto, na verdade, quem passa pelo fogo somos nós mesmos.
E, essa ilustração de 1Cor 3,15, descrevendo o julgamento futuro de nossas obras (boas e más), pressupõe que há sofrimento no século futuro (após a morte) para aqueles que também são salvos: "...mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo." (1cor 3,15). Portanto, para alguns salvos, não existe somente o perdão após a morte, existe também o sofrimento.
CONCLUSÃO - Agora já podemos compreender a realidade do Purgatório somente através da Bíblia; Sabemos que após o juízo particular, a alma pode seguir três destinos: O Céu, o inferno, ou uma espécie de “prisão purificadora”(que nós chamamos de Purgatório), para que se possa alcançar o perdão do século futuro afirmado por Jesus em Mt 12,32, e assim, poder entrar na alegria do Céu.
Portanto, o Purgatório não é uma invenção da Igreja Católica, com pensam os evangélicos. A única coisa que a Igreja fez foi dar o nome de Purgatório à uma realidade que sempre existiu.
Aquele que deseja acreditar fielmente na Bíblia, não pode, jamais, negar a existência dessa realidade (Purgatório), pois, nem no Céu, e nem no inferno, poderemos dar sentido aos versículos bíblicos que dizem que há perdão (Mt 12,32) e sofrimento (1Cor 3,15) após a morte.
Se as igrejas evangélicas admitem a existência apenas do Céu e do inferno como destino para a alma, é porque a sua doutrina bíblica é parcial, incompleta e, portanto, herética.
Voltemos a refletir sobre o versículo de 1Coríntios 3,15 : Como vimos anteriormente, os pastores do Got tentaram negar descaradamente o Purgatório, dizendo que não somos nós que passamos pelo fogo, mas sim as nossas más obras. Logo, para esses pastores, estamos livres de passar pelo fogo;
Mas, vejam a falta de raciocínio desses pastores: Se estamos livres de passar pelo fogo, então por que é que nós SOFREMOS O DANO quando as nossas obras são queimadas?
"Se a obra de alguém se queimar, SOFRERÁ ELE DANO,..." (1cor 3,15).
Nós é que somos responsáveis por nossas obras, e, segundo 1Cor 3,15, se elas se queimar, nós é que sofremos e não as obras. Portanto, na verdade, quem passa pelo fogo somos nós mesmos.
E, essa ilustração de 1Cor 3,15, descrevendo o julgamento futuro de nossas obras (boas e más), pressupõe que há sofrimento no século futuro (após a morte) para aqueles que também são salvos: "...mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo." (1cor 3,15). Portanto, para alguns salvos, não existe somente o perdão após a morte, existe também o sofrimento.
CONCLUSÃO - Agora já podemos compreender a realidade do Purgatório somente através da Bíblia; Sabemos que após o juízo particular, a alma pode seguir três destinos: O Céu, o inferno, ou uma espécie de “prisão purificadora”(que nós chamamos de Purgatório), para que se possa alcançar o perdão do século futuro afirmado por Jesus em Mt 12,32, e assim, poder entrar na alegria do Céu.
Portanto, o Purgatório não é uma invenção da Igreja Católica, com pensam os evangélicos. A única coisa que a Igreja fez foi dar o nome de Purgatório à uma realidade que sempre existiu.
Aquele que deseja acreditar fielmente na Bíblia, não pode, jamais, negar a existência dessa realidade (Purgatório), pois, nem no Céu, e nem no inferno, poderemos dar sentido aos versículos bíblicos que dizem que há perdão (Mt 12,32) e sofrimento (1Cor 3,15) após a morte.
Se as igrejas evangélicas admitem a existência apenas do Céu e do inferno como destino para a alma, é porque a sua doutrina bíblica é parcial, incompleta e, portanto, herética.
ATENÇÃO - Mas, é bom ficarmos atentos às ciladas protestantes, pois um pastor evangélico jamais admitirá a existência do Purgatório! Eles preferem encobrir os primeiros erros com outros erros mais absurdos ainda.
Saibam que
para excluir a necessidade do Purgatório, os pastores (GotQuestions) inventaram a
terrível heresia que diz que no instante em que recebemos a Cristo como
Salvador, TODOS os nossos pecados são perdoados. Isso inclui passado, presente,
futuro, pecado grande ou pequeno.
Ou seja, para esses pastores, o verdadeiro crente já está perdoado de todo e qualquer pecado
que ele ainda possa vir a cometer, mesmo sem precisar de se arrepender. Por
isso eles dizem que os crentes não têm que ficar pedindo por perdão ou se
arrependendo para ter os seus pecados perdoados, já que Jesus morreu para pagar
pela penalidade de TODOS eles.
Sendo assim, para o protestante existe a
real possibilidade de um cristão morrer em pecado grave, sem ter se arrependido,
e ainda assim acabar indo direto para o Céu. Se fosse assim, então pra quê
vigiar?
Portanto,
dizer que a expressão “TODOS os pecados” inclui também os pecados que ainda não
existe, aí já é querer abusar demais na interpretação!
Para que seja dado o perdão, é preciso que exista primeiro o pecado. Como é que pode ser dado o perdão para um pecado que ainda não foi cometido? O pecado antecede o perdão. Essa é a única lógica verdadeira.
Para que seja dado o perdão, é preciso que exista primeiro o pecado. Como é que pode ser dado o perdão para um pecado que ainda não foi cometido? O pecado antecede o perdão. Essa é a única lógica verdadeira.
Mas,
mesmo assim, parece que os pastores evangélicos ainda não desconfiaram das
mancadas que andam cometendo. Vejam o que está escrito no site
GotQuestions.org:
“Em nenhum
lugar as Escrituras ensinam os crentes em Jesus a pedir a Deus por perdão.”
Será que esses “sábios pastores” esqueceram
que na Bíblia existe a oração do Pai Nosso? “PERDOAI os nossos pecados” (Lucas
11,4). É difícil de entender como é que ainda tem gente que acredita que é o
Espírito Santo que inspira esses pastores!
Quem quiser ler este absurdo (“Em nenhum
lugar as Escrituras ensinam os crentes em Jesus a pedir a Deus por perdão.”),
basta acessar o link abaixo:
Mas, acesse
logo! Antes que eles apaguem esse fiasco.
Ora, se na primeira oração ensinada por
Jesus, somos orientados a pedir a Deus por perdão (Lc 11,4), então como é que
nós já temos todos os pecados do futuro já perdoados no instante em que O
recebemos como nosso Salvador?
Portanto, se
aparecer algum evangélico querendo negar o Purgatório, dizendo que todos os
pecados do futuro já foram perdoados no instante em que recebemos a Cristo como
Salvador, pode ficar ciente de que esse ensinamento faz parte de uma perigosa
heresia protestante.
Negar o Purgatório é negar a própria Bíblia! Apesar da forte oposição das seitas evangélicas, a Igreja Católica não pode jamais desistir de ensinar aos crentes, o total depósito da Fé Cristã.
Mas, parece que a deslealdade dos pastores (GotQuestions) não tem limites, pois, não contentes em negar a totalidade da
Fé Bíblica, eles ainda tem a ousadia de dizer que quem
acreditar no que a Igreja Católica ensina, não será salvo.
Confira no
site GotQuestions.org a seguinte frase:
“Se uma
pessoa crê no que a Igreja Católica oficialmente ensina, ela não será salva.”
Ou seja, esses pastores prepotentes não
creem na Bíblia toda e nem deixam que aqueles que creem, continuem acreditando.
E se cumpre neles a Profecia do Messias:
“Ai de vós,
pastores evangélicos hipócritas! Pois que fechais aos homens o conhecimento da
Verdade; e nem vós acreditais e nem deixais acreditar aos que estão
acreditando” (Mt 23,13).
CATÓLICOS VOLTEM PARA CASA!!!
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