segunda-feira, 1 de junho de 2015

 COMO IDENTIFICAR UMA HERESIA PROTESTANTE  (COMPLEXO DA FALSA MÃE)

 3.3 - Salvação pela graça
Nem a Igreja Católica Romana nem as igrejas evangélicas têm o monopólio da salvação. A salvação é pela graça (Efésios 2.8).
Fonte: Livro pregando poderosamente a palavra de Deus
Autor : Silas Malafaia
Read more: http://www.mefibosete.com/2012/10/silas-malafaia-resposta-ao-catolicismo.html#ixzz3CvnY3F00

RESPOSTA CATÓLICA: Muitas vezes, os pastores protestantes ficam satisfeitos simplesmente em dizer que alguma coisa, que verdadeiramente pertence à Igreja Católica, não é da Igreja Católica. Eles sabem que não pertence às igrejas protestantes, mas, se também não for da Igreja Católica, pra eles tudo bem!
Se perguntarmos: De quem é a Bíblia? Os protestantes irão dizer que não é dos protestantes e nem dos Católicos. Já os católicos dizem que pertence à Igreja Católica!
Se perguntarmos: Qual é a Igreja Verdadeira? Os protestantes irão dizer que não são as igrejas protestantes e nem a Católica. Já os católicos dizem que é a Igreja Católica.
    Sem contradição alguma, a Bíblia pertence à Igreja Verdadeira, e a Igreja Verdadeira é aquela que existe há mais tempo. E, sendo a Igreja Católica a mais antiga do mundo, é claro que ela sempre irá reivindicar pelo que é seu, todavia, as igrejas protestantes, desprovidas de qualquer argumento que lhes deem razão quanto a isso, ficam satisfeitas apenas em negar os direitos da Igreja Católica. É como no caso das duas mães (1Reis 3,16-28). Assim como a mãe verdadeira, a Igreja Católica luta pelo que é seu por direito, porém, as falsas igrejas se comportam como aquela falsa mãe: “Nem meu, nem teu.”(1Reis 3,26). E, foi nesse falso sentimento de “Complexo da falsa mãe” que o pr. Silas Malafaia disse que nem a Igreja Católica, nem as igrejas evangélicas têm o monopólio da salvação.

    É importante salientar que a Igreja é uma instituição fundada e participada por Deus e que sempre teve uma parte visível e peregrina aqui na terra. Portanto, a Igreja é uma instituição necessária para a salvação, já que, quando nós, católicos, falamos de Igreja, estamos falando da Igreja total: Jesus (o Cabeça) e seu Corpo (os fiéis).
    Quando falamos que somente Jesus faz milagres, convém lembrar que é o Cristo total: Cabeça (Jesus) e Corpo (santos), já que os membros de Cristo também são usados como mediadores de milagres (Atos 5,15), (Atos 19,12);
    Quando falamos que somente Jesus salva, convém lembrar que é o Cristo total: Cabeça (Jesus) e Corpo (santos), já que os membros de Cristo (Igreja), são claramente usados, por Ele mesmo, como instrumentos de salvação (Tiago 5,20), (1Tm 4,16), (1Cor 9,22), (Rm 11,14).
    Ora, se Jesus funda uma Igreja visível aqui na terra, da qual Ele mesmo é a Cabeça, e que faz uso do seu Corpo para salvar, então é óbvio que a Igreja que Ele fundou tem sim o monopólio da salvação. E não é necessário dizer aqui que as igrejas evangélicas não se identificam com a Igreja de Cristo, já que seus próprios pastores são os primeiros a dizer que as igrejas evangélicas não tem fundação Divina, pois foram fundadas por homens, e por isso, elas estão destituídas de uma eficiência salvadora, pois como dizem os evangélicos: “Igreja não salva ninguém.” Isto é algo totalmente contrário à Palavra, já que a Bíblia descreve Jesus e sua Igreja de uma forma inseparável (Ef 5,29-30).
    Portanto, através da Bíblia podemos perfeitamente entender que a Igreja é uma continuação do mistério da encarnação de Cristo, que permite a real permanência em Si mesmo, daquele que de sua Carne (Eucaristia) se alimenta (João 6,56).
    Quando São Paulo se converteu em Atos dos apóstolos, Jesus disse: “Saulo, Saulo, por que me persegues? (Atos 9,4) Quem é que Saulo estava perseguindo? Estava perseguindo os cristãos! Então, ali nós vemos que Cristo (Cabeça) e a Igreja (membros) se identificam. Quem atinge o corpo, atinge também a cabeça. Foi entendendo isto, que São Paulo, em 1Coríntios, usou aquela belíssima comparação de que nós somos na verdade, membros do Corpo de Cristo.
Sendo assim, a pessoa que se torna membro de Cristo através da sua Igreja, não vive mais, mas é Cristo quem vive nela (Gálatas 2,20). Tendo ciência disso, Paulo se dava a si mesmo como exemplo de Cristo (1Cor 11,1). Portanto, essa mentalidade protestante de dizer que a Igreja não tem eficiência salvadora acaba desprezando o próprio Jesus Cristo, pois, se o “crente” evangélico ainda não percebeu, Jesus Cristo é a principal parte da Igreja (Cl 1,18); Ele é a Cabeça de onde procedem as ordens e os movimentos para todos os membros (Ef 1,22-23), por isso, a Igreja está sempre sujeita a Ele (Ef 5,24).
    Deste modo, a salvação é efetuada unicamente por Cristo sim, mas, é através da sua Igreja. Esta é a verdadeira lógica do projeto salvífico de Deus: O Pai enviou seu Filho ao mundo para que o mundo fosse salvo por Ele; E antes de voltar para o Pai, o Filho nos enviou a sua Igreja para dar continuidade ao mesmo projeto de Salvação. Se não for assim, então pra quê serve a Igreja?

    A Igreja Católica é o Corpo de Cristo que continua vivo ao longo dos séculos (Efésios 5,30). A declaração do Documento “Dominus Iesus” diz assim no número 20: “Antes de mais, deve-se crer firmemente que a Igreja peregrina na terra é necessária para a salvação.” Só Cristo é Mediador e caminho de Salvação. “Ora, Ele torna-Se-nos presente no seu Corpo que é a Igreja.”
    O Catecismo católico mostra plena fidelidade à Bíblia quando diz:
§795 Nosso Redentor mostrou-se como uma só pessoa com a santa Igreja, que ele assumiu. (pág.229);
§795 Cabeça e membros são como uma só pessoa mística. (pág.229).

    Só Jesus Cristo salva. Ora, se eu vou ser salvo, então eu preciso me relacionar com Cristo, me incorporar à “Videira” (Jo 15,4-6), fazer parte do seu Corpo que é a Igreja. A Santa Sé diz em documento que: “Entre as coisas que a Igreja sempre pregou e nunca deixará de pregar, está também, a afirmação infalível que nos ensina que: Fora da Igreja não há salvação” (Extra Ecclesiam nulla salus). Ou seja, é uma Verdade de Fé (Dogma).
    Mas, prestem bastante ATENÇÃO: Este Dogma, porém, deve ser interpretado e entendido no sentido em que a Igreja Católica o entende e não como na cabeça de certos pastores protestantes, que possuídos de pura desonestidade, não esclarecem aos evangélicos o que este Dogma realmente quer dizer:
A Igreja Católica entende que a afirmação: “Fora da Igreja não há salvação” equivale ao mesmo que dizer: “Fora de Cristo não há salvação”. Ora, se para ser salvo é preciso estar incorporado ao Corpo de Cristo, que é a Igreja: “E todos os dias acrescentava o Senhor à Igreja aqueles que se haviam da salvar” (Atos 2,47), então, por isso, fora da igreja não há salvação!
    Cristo realiza a salvação mediante seu Corpo (Igreja), a via da salvação é essencialmente ligada à Igreja. Isto significa que para aqueles que sabem que a Igreja foi fundada por Deus por intermédio de Jesus Cristo, existe a obrigação de entrar e de perseverar nela para obter a salvação (cf. Lumen Gentium 14). E isto está totalmente de acordo com a Palavra (Atos cap.2, vers.42 e 47).
    Porém, este documento não quer dizer necessariamente, que todos aqueles que estão fora da Igreja Católica estão perdidos, muitos indoutos pensam assim, mas não é isso que o documento quer dizer.
A universalidade da salvação de Cristo não significa que ela se destina apenas àqueles que, de maneira explícita, creem em Cristo e entraram na Igreja Católica. Como sabemos, hoje como no passado, muitos homens não têm a possibilidade de conhecer ou aceitar a revelação do Evangelho, e de entrar na Igreja Católica, vivem em condições sócio-culturais que não o permitem, e frequentemente foram educados noutras tradições religiosas. Para estes, a salvação de Cristo torna-se acessível em virtude de uma graça que, embora dotada de uma misteriosa relação com a Igreja Católica, todavia não os introduz formalmente nela. Ou seja, a salvação lhes é acessível por meio de uma via misteriosa enquanto a graça divina vem em virtude do sacrifício redentor de Cristo, sem adesão externa à Igreja Católica, mas sempre, todavia, em relação com ela (cf. Redemptoris Missio, 10).
Sendo assim, as pessoas que praticaram o bem, observando com zelo os ditames de sua consciência, podem alcançar a vida eterna através de Cristo e de sua Igreja de uma forma que só Deus conhece.  É o caso da “ignorância invencível”, ou seja, a pessoa não tinha como saber de Cristo e nem da sua Igreja, praticou o bem, mas não fez parte do Corpo de Cristo, quando isso acontece, ela não é culpada deste fato ante os olhos de Deus. Então, ninguém será condenado, se o problema era de ignorância invencível. Mas, uma vez que a pessoa está bem instruída acerca da verdade, aí ela está obrigada a aceitar a verdade.
Portanto, se o crente, através de uma plena leitura bíblica, fica sabendo que;
- Jesus Cristo fundou mesmo uma Igreja (Mt 16,18);
- Que sempre esteve visível e peregrina na terra (Mt 18,17);
- Que é proclamadora infalível da Verdade (1Tm 3,15);
- Que é utilizada pelo próprio Cristo para a salvação (Tiago 5,20), (1Tm 4,16), (1Cor 9,22), (Rm 11,14);
- Que é uma continuação da encarnação do Seu próprio Corpo (Ef 5,30), que sempre esteve vivo nela ao longo dos séculos (Gl 2,20);
Se mesmo assim, o “crente” ainda insistir em rejeitar essa Igreja, aí sim, ele corre o risco de perder a salvação, pois apesar dele está rejeitando ao próprio Cristo, ele já não crê mais nem mesmo na própria Bíblia.
Deste modo, o “crente” já não pode mais ser absolvido por Deus através do critério da ignorância invencível, pois ele teve conhecimento da Verdade e mesmo assim a rejeitou. Assim, caracteriza-se, portanto, a perdição dos indoutos que se atrevem a interpretar a Bíblia fora da Igreja de Cristo e de uma forma totalmente equivocada. (2Pd 3,16)


                                      CATÓLICOS VOLTEM PARA CASA!!!
                                 https://www.youtube.com/watch?v=n1wKM4gt7g4
                                       

Nenhum comentário:

Postar um comentário